"Wild boys, wild boys, never lose it. Wild boys, wild boys, never chose this way..." (Duran Duran) Esta foi durante muito tempo a minha música favorita, tinha uns 9, 10 anos. Mal sabia eu que muitos anos mais tarde, a iria usar num curso sobre intervenção com crianças e jovens em crise para educadores, para ilustrar um "tipo" de intervenção. A ideia... Continue Reading →
Cambalear, tropeçar e voltar a tentar
Na passada 6ª feira apresentei um trabalho na pós-graduação e um colega meu teve a amabilidade de filmar e me entregar o vídeo. Há muito tempo que já não me via em filme a dar formação e quando me vi, fiquei surpreendida: no início as minhas mãos mexiam e reviravam ininterruptamente, denotando nervosismo. Enquanto fazia... Continue Reading →
Porque não somos gatos
Há momentos em que a nossa vida está em trânsito. É nessas alturas em que o mundo parece congelar, como se tivéssemos carregado no botão de "standby"e tudo à nossa volta parasse. Vemos com maior nitidez as nossas prioridades e para onde nos queremos dirigir. Conseguimos resumir a nossa vida nos últimos anos, os momentos bons e... Continue Reading →
Feng shui em (form)ação!
Uma psicóloga com quem trabalhei tinha um extremo cuidado a preparar as salas onde iam acontecer reuniões, formações ou aulas. Ia mais cedo, abria as janelas, dispunha as mesas e cadeiras de acordo com o contexto, e nalgumas situações até aromatizava a sala. Enquanto formadora aprendi também a fazê-lo, mas sem refletir muito sobre isso. Agora,... Continue Reading →
“Interessância”
- O quê? - Sim, "interessância"! - palavra criada pela filha de uma formanda para descrever uma aula com muito interesse e importância - não é maravilhoso? A sua mãe usou-a também para descrever uma formação que facilitei na semana passada no Funchal, deixando-me extremamente "gratisfeita"! Isto foi possível pois limitei o feedback do grupo a uma... Continue Reading →
Cultivar “Eurekas”!
Sempre adorei aquela sensação de Eureka! Primeiro enquanto aluna, mais tarde, como explicadora e depois como formadora. Quando estava no secundário, um amigo meu não conseguia compreender a síntese proteica. O professor de biologia veio ter com ele e, sabendo que ele era músico, disse-lhe que era como a fita de uma cassete (sim, sou desse tempo) a... Continue Reading →
A necessidade aguça o engenho
2002, estava no curso de formação de formadores e tive de facilitar um tema para os meus colegas de curso - escolhi a criatividade. O sangue subiu-me à cara de uma tal forma que a senti a ferver e a parecer-me com um morango gigante! Facilitei a minha primeira formação em 2003 para um grupo de colaboradores de uma... Continue Reading →
