Inspiração e renovação em Budapeste

Sentada no lugar 26 C, com uma bagagem imaterial gigante, felizmente isenta de taxa das companhias aéreas (Ufa!), reflito sobre a experiência de ter participado na pré-conferência em Educação Positiva #ECPP2018 na cidade mágica de Budapeste.

Sinto-me profundamente grata por tantas coisas que a possibilitaram e que nela aconteceram:
– ter uma família que me apoia emocional e logisticamente para empreender numa viagem (incluindo um filho de dois anos, que ao que parece, se portou melhor do que quando a mãe está);

– partilhar a experiência com dois amigos e colegas que muito estimo;

– conhecer e conviver com novas pessoas de países e culturas muito diferentes -chineses, islandeses, israelitas, alemães, húngaros, australianos, suíços, ingleses… – viva a diversidade!;

– conhecer e ter feedback de peritos nesta área, como a Margaret Kern (Universidade de Melbourne) e o Charlie Scudamore (Geelong Grammar School) sobre um projeto pessoal em curso;

– ouvir comunicações inspiradoras e conhecer novos estudos e aplicações de modelos nas mais diversas escolas em todo o mundo -como por exemplo, a experiência da escola Geelong;

– partilhar reflexões sobre o evento e experiências com os outros participantes;

– participar em dinâmicas e atividades de caráter experiencial, alternadamente com comunicações mais expositivas;

– receber literalmente presentes/ ofertas no evento;

-conhecer e comprar (pelo menos alguns) jogos que promovem o desenvolvimento pessoal e o bem-estar.

Para terminar, sinto-me também agradecida por…

– rever bons amigos Húngaros;

– revisitar Budapeste, o seu rio e as suas pontes, a sua tranquilidade à noite e caminhar nas suas ruas e parques;

-recordar algumas palavras como “Szia” (Olá/ Adeus), ” Köszönöm” (Obrigada), “Étterem” (Restaurante), “Utca” (Rua) e “Egészségedre!” (Tchim, tchim)!);

-viver experiências únicas, como ver o jogo e festejar a passagem de Portugal à fase seguinte do campeonato Mundial de futebol, num bar de Budapeste (ao lado de um grupo de Húngaros que também torciam por Portugal e em que um, em particular, vibrava tanto quanto nós)!

Em jeito de conclusão
No painel que encerrou o evento, Henrik Knoop deixou a seguinte sugestão a todos os participantes: “Não aceitem coisas que não vos façam sentido!”
Atrevo-me a acrescentar:
– Abracem aquilo que vos faz sentido e invistam!

Lisboa, cheguei!

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